Rebecca’s fantastic story

Rebecca

Hi, my name is Rebecca. In October 2010, I was diagnosed with breast cancer. I had a lumpectomy, two years of chemotherapy followed by radiation. An experience that is beyond explaining. On my last visit, my oncologist said,” I think we had it at surgery.” What? Then why the torture? Possibly money?

In 2012, I was diagnosed with Parkinson’s Disease. I doctor shopped trying to find one who said this was a misdiagnosis. Four in total. I asked each one if there were some connection between chemo and PD. All four said no way. After experimenting with different meds & dosages, the neurologist landed on Carbadopa/Levadopa 25/100mg, 3 times per day. I was religious about taking them on time. My symptoms were gone for the most part but surfaced again when I was tired, upset or anything that taxed my system.

I had been on various medications for depression, sometimes severe, since 1995. I began taking hypertension meds in 2001. In 2013 was given a statin for high cholesterol numbers. I was borderline diabetic and continuing to gain weight. I had a kidney stone in 2014 and was left with mild urinary incontinence. Along the way there was never talk about the Ketogenic way of eating.

I asked my neurologist about wheat/PD connection. His answer was wheat gets a bad name (this is the dr that I like). My son suggested I read Grain Brain and so it began. My search for knowledge was obsessive (still is actually). I read The Road to Recovery from PD. Imagine the fact that not only did he connect wheat and sugar but toxins! I believe chemo drugs are toxins. I have been keto for around 18 months and have found an integrated medicine doctor that I love.

I am now off of all medication with no PD symptoms even under stress. A1C is totally normal, all other numbers normal, no depression, sleeping great and the positive by-product of losing 80 pounds. I have not quit my neurologist yet because I want to go to my next appointment so I can tell him about my journey after he tells me how well I’m doing & he wouldn’t change my medication if I paid him. That’s his usual comment. Just a little joy for me to educate him & maybe, just maybe, he’ll open his mind & share with other patients. That’s my story and I’m sticking to it😊

Rebecca

Oi, meu nome é Rebecca. Em Outubro de 2010, fui diagnosticada com câncer de mama. Fiz a cirurgia de remoção do nódulo, dois anos de quimioterapia seguida de radiação. Uma experiência que está muito além do que é possível explicar. Na minha última visita, o meu oncologista disse: “Eu acho que eliminámos tudo na cirurgia”. O que? Então porque a tortura da quimio e rádio?? Por dinheiro?

Em 2012, fui diagnosticada com a doença de Parkinson. Vi vários médicos tentando encontrar alguém que disse que isso era um diagnóstico errado. Quatro no total. Perguntei a cada um deles se existia alguma ligação entre a quimioterapia e a Parkinson. Todos disseram não ser possível. Depois de experimentar diferentes medicamentos e dosagens, o neurologista decidiu que seria Carbadopa / Levadopa 25 / 100mg, 3 vezes por dia. Tomava o medicamento religiosamente a tempo, sem falhar. Os meus sintomas desapareceram na sua maior parte, mas surgiram novamente sempre que estava cansada, chateada ou quando acontecia qualquer coisa que me estressasse.

Desde 1995 que estava medicada para a depressão (vários medicamentos), muitas vezes grave. Comecei a tomar medicamentos de hipertensão em 2001. Em 2013, foram receitadas Estatinas por conta de colesterol elevado. Era diabética e continuava a ganhar peso. Em 2014 tive uma pedra nos rins e fiquei com incontinência urinária leve. Ao longo destes anos todos nunca nenhum profissional referiu a cetogênica.

Um dia perguntei ao meu neurologista sobre a conexão entre o trigo e a Parkinson e ele disse que andam a demonizar o trigo (e esse é o dr que eu mais gosto). O meu filho sugeriu que eu lesse “Grain Brain” e foi aí que tudo mudou, tudo começou. A minha busca pelo conhecimento foi obsessiva (ainda é na verdade). Li o livro “The Road to Recovery from Parkinson Disease” (O caminho para a recuperação da Doença de Parkinson). Imaginem que, não só ele conecta o trigo e o açúcar à doença, mas também toxinas! Eu acredito que as drogas de tratamento da quimioterapia são toxinas.

Há quase 18 meses encontrei um médico de medicina integrativa que eu adoro. Comecei a cetogênica e estou hoje livre de todos os medicamentos, sem sintomas de Parkinson, mesmo quando estou sob estresse. A1C totalmente normal, todos os outros marcadores são normais, sem depressão, dormindo muito bem e ainda perdi 40kgs.

Só não desisti do meu neurologista ainda, porque quero ir à minha próxima consulta, ouvi-lo dizer que estou ótima, e poder contar tudo isto. Sei que ele não mudaria a minha medicação nem que eu lhe pagasse. Esse é o seu comentário habitual quando falamos sobre isso.

Será com certeza uma alegria para mim poder educá-lo a respeito da cetogénica, e talvez, talvez, ele abra a sua mente e compartilhe isto com outros pacientes. Essa é a minha história, a cetogénica é a minha escolha.

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